segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O PREÇO DA LIBERDADE É A ETERNA VIGILÂNCIA.

BRASILEIROS: ALERTA!

ALERTA – “O preço da liberdade é a eterna vigilância” – esta frase é muito conhecida, mas quanto à sua autoria, há controvérsias. Tomamos conhecimento dela por volta de 1945, quando o brigadeiro Eduardo Gomes foi candidato às eleições presidenciais, no final do Estado Novo.

Eduardo Gomes é o Patrono da Força Aérea Brasileira; foi ministro da Aeronáutica por duas vezes, no governo Café Filho (24/08/1954 a 11/11/1955) e no governo Castelo Branco (11/01/1965 a 15/03/1967).

Em 1935, comandou o 1o Regimento de Aviação contra o levante conhecido como Intentona Comunista. Foi um brasileiro de grande valor, um militar, que deu de si, como todo o militar, em prol do País, da Nação, constituída de povo, território e tradição. Homem de nossa gloriosa FFAA.

Alguns creditam a autoria da bela frase a Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos da América, que afirmava que o poder está sempre roubando dos muitos (povo) para os poucos (governantes), o que exigiria precaução. Daí o alerta no conteúdo do texto.

Outros atribuem a autoria a Patrick Henry, que governou o estado de Virginia no século XVIII, e ficou conhecido por sua oratória, apaixonada, contra a escravidão. É a exaltação de um nobre sentimento de liberdade, igualdade e fraternidade!

E há também quem diga que o seu autor foi o irlandês John Philpot Curran, que teria incluído em um de seus discursos que: “É comum o indolente ver seus direitos serem tomados pelos ativos”.

“A condição sobre a qual Deus dá liberdade ao homem é a eterna vigilância; se tal condição é descumprida, a servidão é, ao mesmo tempo, a conseqüência de seu crime e a punição de sua culpa”.

Analisemos cada um desses conceitos dos eventuais autores da frase, isto é, da moral a que chegaram seus biógrafos, da essência subjetiva, contida no texto, e tracemos um paralelo com a atual administração Lula petista. É incrível como se harmonizam com a realidade incontestável, de tudo o que se passa nesse inacreditável Governo, despótico e corrupto.

O atribuído a Thomas Jefferson, contabiliza que os “Governantes” roubam o “povo”. E, isto é exatamente o que esta acontecendo com o nosso mais corrupto Governante, de todos quantos já passaram pela presidência do País. É o instrumento e também o “Comandante-em-chefe” de todos os “mensalões” e “mensalinhos”, que se alastram por esse Brasil afora.

A essência conceitual extraída do texto, alusiva a Patrick Henry, é, das três, a mais sucinta, mas nem por isso deixa de espelhar a verdade nua e crua de que o povo está sendo escravizado, sem piedade, engambelado com o ardiloso “bolsa família”, que dá com a mão da “direita” o agrado, e, com a da “esquerda” subtrai a liberdade. É a troca de um regime liberal, “democrático”, por um regime escravocrata, “comunista”.

Por último, vem o conceito extraído do texto, atribuído à forma como o estadista irlandês, John Philpot Curran, conduzia sua política social, do qual podemos exaltar dois pensamentos, senão, vejamos: a) ao conceberem que o “indolente” (eleitor, povo) deixa seus direitos serem tomados pelos “ativos” (políticos, dirigentes), traduz a política Lula petista, em que os políticos em atividade, mancomunados, negam a educação, a saúde e a segurança, direitos constitucionais, que dizem defender, mas que, em verdade, se omitem em submissão a “Caneta Presidencial”, em mãos do Lula; b) e, ao finalizarem, ao conceberem, que a condição sobre a qual Deus dá liberdade ao homem é a eterna vigilância, vem de encontro ao nosso alerta, quanto ao desejo de que está imbuído nosso Governante, que é o de implantar uma ditadura comunista no Brasil em pleno século XXI.

Independentemente de quem tenha sido o autor da frase, todos foram maravilhosamente muito felizes ao declarar que devemos ser cuidadosos e pré-ativos, competentes e habilidosos, o suficiente para prever problemas, necessidades ou mudanças, alterar eventos, fazer acontecer ao invés de tão só trancar a porta, depois da casa arrombada.

Assim, em o povo não se constituindo numa “eterna vigilância”, terá que sofrer com a conseqüência de sua indolência, criminosa, recebendo a punição por sua culpa, com a submissão ao regime comunista, que já se afigura em marcha nesse ano de 2010.

Quem quiser ser realmente livre, deve estar sempre vigilante, não com o mundo, mas, principalmente, e acima de tudo, com o que acontece em seu próprio Torrão. Esse é o preço para se gozar da liberdade em seu próprio País, quando ao povo falta educação, saúde e segurança!

Sim, para usufruirmos da liberdade, precisamos nos voltar para nós mesmos, vigiando nossos pensamentos, nossos atos e procedimento, sem o que não somos senhores de nossa vontade, que fica submissa a quem, por confiar, o povo elegeu para um cargo que nunca fez jus, por ser enganador, falso e corrupto, por ter pregado ética e moral, quando nunca teve, sequer, consciência do que seja a ciência da ética e da moral.

Assim – “O preço da liberdade é a eterna vigilância” –, sem mais.

São Caetano do Sul, 24 de janeiro de 2010.

Bilac de Almeida Bianchi - CREA 12.622/D - OAB 240.094

Um comentário:

  1. Alvíssaras! A pátria está em perigo!!! Vamos defendê-la votando novamente no PT!!!

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